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Novidades, novidades, novidades…

Olá. Faz tempo que não posto nada. No último post tinha prometido o ínicio da série de tutoriais sobre GWT. O primeiro estava praticamente pronto, utilizando GWT 1.5 e Cypal Studio no Eclipse. Fui adiando, adiando, até que vi que existia a versão 1.6 Milestone 1 do GWT. Resolvi esperar sair o GWT 1.6 para começar a escrever os tutoriais, pois me atualizo enquanto escrevo.

Pois bem, saiu a nova versão do GWT. A versão 1.6 final. Não verifiquei a fundo as novas features, mas resolvi atualizar aquele antigo tutorial que eu estava escrevendo. Mas vi que era mais fácil reescreve-lo. Pois irei reescreve-lo para utilizar GWT, Eclipse e o novo plugin para GWT, que é oficial do Google, que uma das grandes novidades.

E o plugin “Google Plugin for Eclipse”, além de dar suporte à GWT ao Eclipse, dá suporte ao “Google App Engine for Java”. Sim meninos e meninas, agora o App Engine, como foi prometido a séculos, dá suporte a outra linguagem além do Python(e Fortran 77 segundo a piadinha de 1º de abril deste ano). Isso que o Google teve mais um monte de lançamentos, como Gmail Mobile para Android e IPhone, nova versão do Android, versão nova do Google Reader, e a lista vai.

E saindo da área do Google e indo para a do ExtJS, tivemos um lançamento. O Ext Core, que é o núcleo do ExtJS. Seria um ExtJS sem componentes. Algo com funcionalidades parecidas com a do jQuery, Prototype, etc. A licença não é a famigerada GPLv3 do ExtJS2.1 em diante. É a licença MIT, que pelo o que tudo indica, pode ser utilizada sem nenhum medo de ser feliz. Mesmo não tendo todo poder do ExtJS(que é mais voltado para RIA), me parece uma ótima biblioteca, quando você não necessite criar interfaces, mas sim apenas algo que facilite sua programação em Javascript. Ele tem um esquema bem legal para criação de classes e namespaces em Javascript. Vale a pena conferir.

Aí vai a lista de links:

Google Web Toolkit: http://code.google.com/intl/pt-BR/webtoolkit/

Google Plugin for Eclipse: http://code.google.com/intl/pt-BR/eclipse/

Google App Engine For Java: http://googleappengine.blogspot.com/2009/04/seriously-this-time-new-language-on-app.html

Google App Engine For Fortran 77(1º de abril): http://googleappengine.blogspot.com/2009/04/brand-new-language-on-google-app-engine.html

Ext Core: http://www.extjs.com/products/extcore/

Série de Artigos sobre GWT(Google Web Toolkit)

Olá. Vou começar a escrever e postar aqui no blog uma série de artigos sobre GWT. Já estou escrevendo o primeiro e pretendo escrever mais. Mas antes de terminar o primerio e começar a postar aqui este artigos, resolvi dar uma introdução sobre e explicar o que planejo.
Primeiramente digo que de inicio pretendo “começar pelo início”. O que isso quer dizer? Pretendo começar com artigos básicos sobre como utilizar o GWT, configurar o GWT no Eclipse(se for necessário aprofundo falando sobre Netbeans, IntelliJ ou outra IDE), utilizar Remote Services, utilizar os componentes básicos do GWT, utilizar com PHP no lado Servidor e etc. Ou seja, pretendo que tudo funcione como fosse um livro que cada post seja um capítulo por exemplo.
Mas pretendo ir além do “GWT Puro”. Pretendo também falar também sobre SmartGWT e GWT-EXT. Mas das 2 vou dar mais preferência para os SmartGWT. Motivos para isso no post “SmartGWT 1.0b1 lançado“.
O primeiro da série ainda não tenho previsão para postagem. Mas acredito que até Quarta ele esteja pronto. Mas enquanto isso, vai alguns link’s para servir de introdução do assunto.

GWT:
http://code.google.com/intl/pt-BR/webtoolkit/
http://www.gwt.com.br/

GWT-EXT:
http://www.gwt-ext.com/
http://www.extjs.com/

SmartClient:
http://www.smartclient.com/smartgwt
http://www.smartclient.com

SmartGWT/GWT-EXT:
http://www.jroller.com/sjivan/

Ps.: Mesmo com essa série de artigos sobre GWT, pretendo ainda continuar a postar minhas inutilidades. Nem repare.

SmartGWT 1.0b1 lançado

A alguns dias atrás foi lançado(depois de algum tempo que foi anunciado o projeto) o SmartGWT. O SmartGWT é um wrapper dara SmartClient, que traz novos componentes, mais parecidos com desktop, para o GWT(Google Web Toolkit). Esse projeto é de autoria de Sanjiv Jivan, o mesmo que criou o GWT-EXT, que é um wrapper para o ExtJS.

Apesar de não ter utilizado ainda o SmartGWT, o que tenho que dizer é que é um projeto bem promissor e na sua primeira versão parece superar o GWT-EXT em muitos quesitos. O maior dele, acredito eu, seja os memory leak’s. A Isomorphic Software, empresa que desenvolve o SmartClient, diz que o mesmo é livre de memory leak’s. E pelos clientes deles, acredito que eles não iam falar apenas pelo “marketing”. Para quem utiliza GWT-EXT ou até mesmo ExtJS, sabe que o mesmo tem graves problemas com referências circulares em JS, “orphan nodes” e outras coisas. Para aplicações realmente grandes, isso se torna um grande problema, por a aplicação ficar acumulando a memória do navegador com coisas que deveriam ser eliminadas.

Para a versão 3(ou 2.3, não me lembro) do ExtJS, eles prometem acabar com esses problemas. Mas temos um problema aí. A licença. Até a versão 2.0.2 do ExtJS tinhamos uma licença como LGPL. A partir da versão 2.1, a licença foi alterada para GPLv3. E GPLv3 é(me corrijam se eu estiver errado) uma licença que te obriga a compartilhar o código, e “contamina” todos os projetos que utiliza código licenciado com a mesma. Ou seja, é uma licença que não serve para ser utilizada comercialmente, pois nesse caso o código necessita ser restrito, para grande parte das aplicações(não, o mundo não é tão ideal como o Stallman quer). E nesse caso, por caso disso, o GWT-EXT não pode acompanhar a evolução do ExtJS. O GWT-EXT ficou restrito a versão 2.0.2 do ExtJS, a última em LGPL. E no caso do ExtJS, ele tem LGPL misturado com uma licença própria, que impede de criar um fork do ExtJS. Então o melhor a ser feito foi tentar corrigir os problemas do ExtJS via GWT-EXT, para as aplicações que já existem não ficarem ser suporte e criar algo novo que possa ser evoluir para novos usuários. E aí que entra o SmartGWT.

O SmartClient era de código fechado até 2007. Eles da Isomorphic abriram o código e licenciaram como LGPL. E prometem mante-lo assim. E apoiam o projeto do SmartGWT. Ou seja, tudo caminha para que o SmartGWT seja uma ótima alternativa para o GWT-EXT. Tudo isso se os Lordes de Kobol concordarem. heheeh.

Links:

SmartGWT: http://code.google.com/p/smartgwt/

SmartClient: http://www.smartclient.com/

Lançada a versão final do GWT 1.5

Depois quase 5 meses depois do lançamento do primeiro Milestone do GWT 1.5, é lançada a versão final do mesmo. Não cheguei a trabalhar muito com a versão 1.4, pois quando comecei a utlizar esta framework, já comecei na versão 1.5 Milestone 1. Mas a evolução de lá para cá foi bem visível. Suporte a LinkedHashMap, LinkedList, a Java 5(Annotation, Enums, Generics e afins), entre muitas melhorias. O Javascript gerado também ficou melhor e com uma performance melhor. Mais informações podem ser encontradas no blog oficial do projeto.

E para quem ainda não conhece a framework, pode conhecer mais sobre ela e fazer download da mesmaem site oficial.

Google vs Linux vs Photoshop: O que isso tem a ver?

O que a Adobe(Photoshop) tem a ver com a Google e o que a Adobe tem a ver com o Linux? Quase todos que trabalham o já trabalharam o Editoração, Design(Web ou não), etc. e usam Linux por opção afirmar uma coisa: “Se tivesse versões do Photoshop e Flash para Linux eu migrava de vez”.
A muito tempo existe o Wine, que foi o maior Alpha da história(usuários Linux alegam ser o Windows, mas isso é outro história). Para quem não conhece, o Wine é uma camada semelhante á um emulador(e o acrônimo já diz que “Wine Is Not Emulator”) que tem como finalidade ser uma implementação da API do Windows em sistemas operacionais Unix. Ou seja, fazer com que programas desenvolvidos para Windows rodem em sistemas Unix sem problemas. Mas o problema está realmente neste “sem problemas”. Quem já tentou configurar o Wine para rodar alguma coisa mais avançada, viu que a tarefa não é fácil e nem trivial. Faz tempo que não utilizo ele, mas me lembro que uma nova versão em alguns casos ficava mais incompatível que uma anterior para um tal software. Descobrir que versão utilizar com tal software era uma dor de cabeça. Me recordo que já utilizei o Flash MX 2004, o Dreamweaver MX 2004, o Counter Strike(versão sem Steam), o Internet Explorer 6(IE6 no Linux é o pesadelo de qualquer xiita) e o Max Payne 1(com alguns problemas). Mas fora disso nada.
Mas voltando ao assunto e explicando como tudo isso se junta. Para quem acompanha notícias da área de tecnologia, já deve ter pelo menos ouvido falar que ‘o Google está patrocinando a equipe do Codeweaver no melhoramento da compatibilidade do Photoshop CS e CS2 no Wine’. Essa Codeweaver desenvolve um produto(pago) para isso, e o Google pelo o que entendi quer que o Wine forneça isso “de gratís e sem custo adicional” para todos.
Mas me pergunto? Qual o interesse do Google em ter o Photoshop funcionando no Linux? Isso devia ser interesse da Adobe não é? Eu digo que Não. Todos os heavy-users de Photoshop já utilizam Windows ou MacOS. Para a Adobe não importa ter o Photoshop rodando em Linux, sendo que o público dela já utiliza outros SO’s. E para ela esse papo de ‘liberdade de escolha de SO’ não vale nada. O que vale é o lucro dela. E com certeza eles não vêem Photoshop em Linux como investimento.
Mas a Google sim. Eles estão cada vez mais investindo mais em Open-Source. Android, GTalk/Jabber, o Google Code e os incentivos a Mozilla Foundation(segundo noticias, dizem que 85% do faturamento da mesma vem do Google) e vários outros projeto provam isso. Eles estão agora apoiando o Wine. O que eles querem?
Eu tenho uma teoria. Todo aquele papo de Goobuntu(que existe como Linux usado internamente na Google) e que ele seria ser lançado a qualquer momento pode se tornar real. Eles tem um S.O para celulares. O que impede eles de fazer o mesmo para desktops? Eles teriam mais um S.O Linux(o kernel do Android é Linux) que rodaria os maiores produtos para Windows. O gOS, que é um Linux com algumas facilidades do Google, já faz algum sucesso, e nem é da Google. Uma oficial do Linux com certeza seria um sucesso. Tudo bem, não acabaria com o Windows e não faria com que algumas pessoas dormissem em paz com o “maléfico Windows” destruido e enterrado. Mas acho que conseguiria um bom lugar no mercado, se for algo bem feito e bem fácil de se utilizar. Ou seja, é esperar para ver o que acontece.