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Lançado o Google Web Toolkit(GWT) 1.7

Foi lançada a versão 1.7 da Framework GWT. As únicas novidadades é a compatibilidade ao Firefox 3.5, IE 8 e Safari 4. Também um grande número de bugs corrigidos.

Segundo o pessoal do Google, essa versão não foi chamada de 1.6.5 apenas por causa da possíveis quebras de compatibilidade com os Deferred Bindings.

O Google Eclipse Plugin também foi atualizado. A atualização pode ser feita pelo próprio gerenciador do Eclipse.

Mais informações: http://code.google.com/intl/pt-BR/webtoolkit/releases/release-notes-1.7.0.html

Download: http://code.google.com/intl/pt-BR/webtoolkit/download.html

Novidades, novidades, novidades…

Olá. Faz tempo que não posto nada. No último post tinha prometido o ínicio da série de tutoriais sobre GWT. O primeiro estava praticamente pronto, utilizando GWT 1.5 e Cypal Studio no Eclipse. Fui adiando, adiando, até que vi que existia a versão 1.6 Milestone 1 do GWT. Resolvi esperar sair o GWT 1.6 para começar a escrever os tutoriais, pois me atualizo enquanto escrevo.

Pois bem, saiu a nova versão do GWT. A versão 1.6 final. Não verifiquei a fundo as novas features, mas resolvi atualizar aquele antigo tutorial que eu estava escrevendo. Mas vi que era mais fácil reescreve-lo. Pois irei reescreve-lo para utilizar GWT, Eclipse e o novo plugin para GWT, que é oficial do Google, que uma das grandes novidades.

E o plugin “Google Plugin for Eclipse”, além de dar suporte à GWT ao Eclipse, dá suporte ao “Google App Engine for Java”. Sim meninos e meninas, agora o App Engine, como foi prometido a séculos, dá suporte a outra linguagem além do Python(e Fortran 77 segundo a piadinha de 1º de abril deste ano). Isso que o Google teve mais um monte de lançamentos, como Gmail Mobile para Android e IPhone, nova versão do Android, versão nova do Google Reader, e a lista vai.

E saindo da área do Google e indo para a do ExtJS, tivemos um lançamento. O Ext Core, que é o núcleo do ExtJS. Seria um ExtJS sem componentes. Algo com funcionalidades parecidas com a do jQuery, Prototype, etc. A licença não é a famigerada GPLv3 do ExtJS2.1 em diante. É a licença MIT, que pelo o que tudo indica, pode ser utilizada sem nenhum medo de ser feliz. Mesmo não tendo todo poder do ExtJS(que é mais voltado para RIA), me parece uma ótima biblioteca, quando você não necessite criar interfaces, mas sim apenas algo que facilite sua programação em Javascript. Ele tem um esquema bem legal para criação de classes e namespaces em Javascript. Vale a pena conferir.

Aí vai a lista de links:

Google Web Toolkit: http://code.google.com/intl/pt-BR/webtoolkit/

Google Plugin for Eclipse: http://code.google.com/intl/pt-BR/eclipse/

Google App Engine For Java: http://googleappengine.blogspot.com/2009/04/seriously-this-time-new-language-on-app.html

Google App Engine For Fortran 77(1º de abril): http://googleappengine.blogspot.com/2009/04/brand-new-language-on-google-app-engine.html

Ext Core: http://www.extjs.com/products/extcore/

SmartGWT 1.0b1 lançado

A alguns dias atrás foi lançado(depois de algum tempo que foi anunciado o projeto) o SmartGWT. O SmartGWT é um wrapper dara SmartClient, que traz novos componentes, mais parecidos com desktop, para o GWT(Google Web Toolkit). Esse projeto é de autoria de Sanjiv Jivan, o mesmo que criou o GWT-EXT, que é um wrapper para o ExtJS.

Apesar de não ter utilizado ainda o SmartGWT, o que tenho que dizer é que é um projeto bem promissor e na sua primeira versão parece superar o GWT-EXT em muitos quesitos. O maior dele, acredito eu, seja os memory leak’s. A Isomorphic Software, empresa que desenvolve o SmartClient, diz que o mesmo é livre de memory leak’s. E pelos clientes deles, acredito que eles não iam falar apenas pelo “marketing”. Para quem utiliza GWT-EXT ou até mesmo ExtJS, sabe que o mesmo tem graves problemas com referências circulares em JS, “orphan nodes” e outras coisas. Para aplicações realmente grandes, isso se torna um grande problema, por a aplicação ficar acumulando a memória do navegador com coisas que deveriam ser eliminadas.

Para a versão 3(ou 2.3, não me lembro) do ExtJS, eles prometem acabar com esses problemas. Mas temos um problema aí. A licença. Até a versão 2.0.2 do ExtJS tinhamos uma licença como LGPL. A partir da versão 2.1, a licença foi alterada para GPLv3. E GPLv3 é(me corrijam se eu estiver errado) uma licença que te obriga a compartilhar o código, e “contamina” todos os projetos que utiliza código licenciado com a mesma. Ou seja, é uma licença que não serve para ser utilizada comercialmente, pois nesse caso o código necessita ser restrito, para grande parte das aplicações(não, o mundo não é tão ideal como o Stallman quer). E nesse caso, por caso disso, o GWT-EXT não pode acompanhar a evolução do ExtJS. O GWT-EXT ficou restrito a versão 2.0.2 do ExtJS, a última em LGPL. E no caso do ExtJS, ele tem LGPL misturado com uma licença própria, que impede de criar um fork do ExtJS. Então o melhor a ser feito foi tentar corrigir os problemas do ExtJS via GWT-EXT, para as aplicações que já existem não ficarem ser suporte e criar algo novo que possa ser evoluir para novos usuários. E aí que entra o SmartGWT.

O SmartClient era de código fechado até 2007. Eles da Isomorphic abriram o código e licenciaram como LGPL. E prometem mante-lo assim. E apoiam o projeto do SmartGWT. Ou seja, tudo caminha para que o SmartGWT seja uma ótima alternativa para o GWT-EXT. Tudo isso se os Lordes de Kobol concordarem. heheeh.

Links:

SmartGWT: http://code.google.com/p/smartgwt/

SmartClient: http://www.smartclient.com/

Lançada a versão final do GWT 1.5

Depois quase 5 meses depois do lançamento do primeiro Milestone do GWT 1.5, é lançada a versão final do mesmo. Não cheguei a trabalhar muito com a versão 1.4, pois quando comecei a utlizar esta framework, já comecei na versão 1.5 Milestone 1. Mas a evolução de lá para cá foi bem visível. Suporte a LinkedHashMap, LinkedList, a Java 5(Annotation, Enums, Generics e afins), entre muitas melhorias. O Javascript gerado também ficou melhor e com uma performance melhor. Mais informações podem ser encontradas no blog oficial do projeto.

E para quem ainda não conhece a framework, pode conhecer mais sobre ela e fazer download da mesmaem site oficial.

Novo CD do Weezer e clipe novo

É. Finalmente saiu o Red Album(pelo menos ele já vazou na Net). E a alguns dias saiu um clipe novo do Weezer. Tudo bem, podia ser um clipe qualquer, mas esse clipe eu achei realmente foda(a música também). Eles tiveram a brilhante idéia de pegar tudo que o Youtube tem de melhor a oferecer e fazer um clipe baseado nisso. Tem coisas muito legais no clipe, como o Dramatic Chipmunk, Evolution of Dance, o Unicórnio Charlie, Will It Blend, Coca-Cola com Mentos entre outros.

Ps.: O CD do Weezer no Will It Blend:

PF prepara blitz contra sites de legendagem

Fonte: Folha Online

Hoje dando uma olhada nas notícias para ver o que vai fazer o país “parar numa corrente de mobilização” desta vez, eu vejo a seguinte notícia:

A Polícia Federal já mapeou 19 sites de legendagem no Brasil, informa a coluna Mônica Bergamo na Folha desta segunda-feira (…).

As páginas disponibilizam traduções em português para filmes e séries estrangeiras baixados pela internet.

A PF prepara uma blitz contra os sites, cujos donos podem responder pelo crime de produção de conteúdo pirata, pois mesmo que não sejam responsáveis pelas cópias dos vídeos, disponibilizam os textos –que também são protegidos pelas leis de direitos autorais.

A apreensão de filmes piratas no país teve aumento de 2,8% em abril. Foram 646.061 DVDs confiscados, contra 628.447 em março. O item mais apreendido, no entanto, foram os DVDs virgens: mais de 1,4 milhão.

As operações tiveram como alvo principal os camelôs.

Sério. Realmente acho que esse povo da PF tem coisas bem mais interessantes para fazer. Não creio que fazer legendas para séries seja crime. E nem baixar da Internet essas séries, ainda mais considerando que muitas pessoas dizem as legendas da TV por Assinatura é sofrível(neste caso não posso dar certeza, pois não tenho TV a Assinatura). Se eles querem acabar com crimes, que comecem por Brasília.
Mas voltando ao assunto(ou saindo dele), vou ajudar eles divulgando um vídeo educativo que já tinha assistido legalmente baixando da internet o seriado que o exibiu. O seriado se chama “The IT Crowd” para que se interessar(é muito bom por sinal). E é bem fácil de encontrar na Internet, com legenda e tudo. Mas duvido que você acharia tão facilmente assim numa locadora.

Novo software para TV Digital em Java garante mais aplicações de interatividade

São Paulo, 05 de março de 2008 – A SBTVD (Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre) anunciou nesta quarta-feira que vai desenvolver em parceria com a Sun Microsystems uma variação do Ginga em código Java para aumentar as aplicações de interatividade nos conversores de TV Digital. A nova solução ficará pronta em três meses e será colocada gratuitamente na Internet para que qualquer fabricante use nos set-top boxes.

De acordo com as empresas, o grande diferencial da solução é que, além dos fabricantes de equipamentos, os rádiodifusores estarão livres de custos na difusão de conteúdo interativo. O acordo permitirá que empresas globais utilizem a tecnologia Java para criar e implementar ferramentas de interface e serviços para TV interativa aos brasileiros que adotarem HDTV e dispositivos móveis para o ISDB-T, padrão brasileiro de TV digital.

Ginga é formado por um conjunto de tecnologias padronizadas e inovações brasileiras. Nas especificações do software de interatividade de código aberto está incluída a tecnologia GEM – desenvolvido por um grupo de empresas européias. Por pertencer às produtoras estrangeiras, os que usarem esse Ginga teriam de pagar royalty.

“O que faremos será desenvolver um código fonte sem a tecnologia GEM para que as fabricantes de equipamentos e radiodifusores fiquem livres dos custos”, explica Luiz Fernando Maluf, diretor de estratégia de governo para as Américas da Sun Microsystems.

O novo módulo que será desenvolvido pela Sun e SBTVD é comum a todos os sistemas mundiais. Isso significa que os conversores de TV Digital com interatividade, que ainda não estão à venda no mercado brasileiro, serão compatíveis com outros sistemas, como o norte-americano, europeu e coreano.

A tecnologia Java é um componente-chave da nova solução de código aberto e ajudará a viabilizar serviços interativos. A especificação será baseada na mesma plataforma Java já utilizada como base para outros padrões de TV digital amplamente utilizados, incluindo OpenCabel/tru2way, Platform Home Multimedia, GEM-IPTV e Blu-ray Disc/BDJ.

Fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=10294

Google vs Linux vs Photoshop: O que isso tem a ver?

O que a Adobe(Photoshop) tem a ver com a Google e o que a Adobe tem a ver com o Linux? Quase todos que trabalham o já trabalharam o Editoração, Design(Web ou não), etc. e usam Linux por opção afirmar uma coisa: “Se tivesse versões do Photoshop e Flash para Linux eu migrava de vez”.
A muito tempo existe o Wine, que foi o maior Alpha da história(usuários Linux alegam ser o Windows, mas isso é outro história). Para quem não conhece, o Wine é uma camada semelhante á um emulador(e o acrônimo já diz que “Wine Is Not Emulator”) que tem como finalidade ser uma implementação da API do Windows em sistemas operacionais Unix. Ou seja, fazer com que programas desenvolvidos para Windows rodem em sistemas Unix sem problemas. Mas o problema está realmente neste “sem problemas”. Quem já tentou configurar o Wine para rodar alguma coisa mais avançada, viu que a tarefa não é fácil e nem trivial. Faz tempo que não utilizo ele, mas me lembro que uma nova versão em alguns casos ficava mais incompatível que uma anterior para um tal software. Descobrir que versão utilizar com tal software era uma dor de cabeça. Me recordo que já utilizei o Flash MX 2004, o Dreamweaver MX 2004, o Counter Strike(versão sem Steam), o Internet Explorer 6(IE6 no Linux é o pesadelo de qualquer xiita) e o Max Payne 1(com alguns problemas). Mas fora disso nada.
Mas voltando ao assunto e explicando como tudo isso se junta. Para quem acompanha notícias da área de tecnologia, já deve ter pelo menos ouvido falar que ‘o Google está patrocinando a equipe do Codeweaver no melhoramento da compatibilidade do Photoshop CS e CS2 no Wine’. Essa Codeweaver desenvolve um produto(pago) para isso, e o Google pelo o que entendi quer que o Wine forneça isso “de gratís e sem custo adicional” para todos.
Mas me pergunto? Qual o interesse do Google em ter o Photoshop funcionando no Linux? Isso devia ser interesse da Adobe não é? Eu digo que Não. Todos os heavy-users de Photoshop já utilizam Windows ou MacOS. Para a Adobe não importa ter o Photoshop rodando em Linux, sendo que o público dela já utiliza outros SO’s. E para ela esse papo de ‘liberdade de escolha de SO’ não vale nada. O que vale é o lucro dela. E com certeza eles não vêem Photoshop em Linux como investimento.
Mas a Google sim. Eles estão cada vez mais investindo mais em Open-Source. Android, GTalk/Jabber, o Google Code e os incentivos a Mozilla Foundation(segundo noticias, dizem que 85% do faturamento da mesma vem do Google) e vários outros projeto provam isso. Eles estão agora apoiando o Wine. O que eles querem?
Eu tenho uma teoria. Todo aquele papo de Goobuntu(que existe como Linux usado internamente na Google) e que ele seria ser lançado a qualquer momento pode se tornar real. Eles tem um S.O para celulares. O que impede eles de fazer o mesmo para desktops? Eles teriam mais um S.O Linux(o kernel do Android é Linux) que rodaria os maiores produtos para Windows. O gOS, que é um Linux com algumas facilidades do Google, já faz algum sucesso, e nem é da Google. Uma oficial do Linux com certeza seria um sucesso. Tudo bem, não acabaria com o Windows e não faria com que algumas pessoas dormissem em paz com o “maléfico Windows” destruido e enterrado. Mas acho que conseguiria um bom lugar no mercado, se for algo bem feito e bem fácil de se utilizar. Ou seja, é esperar para ver o que acontece.

Cursos Gratuitos de Java pela Web

No site http://jedi.wv.com.br/ é possível se inscrever para alguns cursos online voltados para aprendizado da linguagem Java e tecnologias relacionadas. Os cursos são disponibilizados pela iniciativa JEDI (Java Education and Development Initiative) em conjunto com o grupo de usuários Java do Distrito Federal(DFJUG). Estão disponíveis os seguintes módulos:

  • Introdução à Programação I
  • Introdução à Programação II
  • Estruturas de Dados
  • Engenharia de Software
  • Programação WEB
  • Desenvolvimento de Aplicações Móveis

Me inscrevi para o de Engenharia de Software. Logo quando concluir eu comento mais sobre.

Da onde copiei: Site com cursos gratuitos sobre Java

Sun paga US$ 1 bi e compra MySQL AB

Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012008/16012008-5.shl

SÃO PAULO – A Sun Microsystems fechou acordo com a desenvolvedora sueca MySQL AB e vai adquirir a empresa.