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Lançado o SmartGWT 1.1
Foi lançada a nova versão do SmartGWT 1.1. Esta versão se destaca pelo grande número de novidades. Além da correção de mais de 50 bugs desde a versão 1.0 b2, também tem alguns recursos interessantes. O principal é o GWT-RPC DataSource. Antes, para utilizar este recurso, você mesmo devia implementar uma classe de DataSource baseado em Remote Services ou copiar a implementação já pronta do fórum do SmartGWT. Acho que era uma recurso que faltava mesmo, que falta até mesmo no GWT-EXT(que podia ser contornado através da classe GWTProxy do GWT-EX-UX).
Mas os recursos não param por aí. Também tem uma série de componentes novos, suporte a GWT 1.6, 14 idiomas(Português incluído) e muito mais.
Mas ainda acho que falta uma alternativa a Livegrid. Sei que é mais web2.0 esse conceito de Livegrid, mas acho que Grids no modo antigo(botão voltar, avançar, etc.) são mais fáceis de se achar. Eu prefiro uma Toolbar com a opção de voltar, avançar, etc. do que uma barra de rolagem apenas.
Mas no geral, o SmartGWT, em sua primeira versão estável(até agora era beta), está se mostrando superior a tecnologias parecidas, como o GXT(ExtGWT), GWT-EXT, Mosaic, entre outros. Na minha opinião é a melhor biblioteca de componentes RIA para GWT. Vale a pena testar.
Se estiver afim de conferir o showcase, fazer download, entre outros, visite o seguinte link:
http://code.google.com/p/smartgwt/
Série de Artigos sobre GWT(Google Web Toolkit)
Olá. Vou começar a escrever e postar aqui no blog uma série de artigos sobre GWT. Já estou escrevendo o primeiro e pretendo escrever mais. Mas antes de terminar o primerio e começar a postar aqui este artigos, resolvi dar uma introdução sobre e explicar o que planejo.
Primeiramente digo que de inicio pretendo “começar pelo início”. O que isso quer dizer? Pretendo começar com artigos básicos sobre como utilizar o GWT, configurar o GWT no Eclipse(se for necessário aprofundo falando sobre Netbeans, IntelliJ ou outra IDE), utilizar Remote Services, utilizar os componentes básicos do GWT, utilizar com PHP no lado Servidor e etc. Ou seja, pretendo que tudo funcione como fosse um livro que cada post seja um capítulo por exemplo.
Mas pretendo ir além do “GWT Puro”. Pretendo também falar também sobre SmartGWT e GWT-EXT. Mas das 2 vou dar mais preferência para os SmartGWT. Motivos para isso no post “SmartGWT 1.0b1 lançado“.
O primeiro da série ainda não tenho previsão para postagem. Mas acredito que até Quarta ele esteja pronto. Mas enquanto isso, vai alguns link’s para servir de introdução do assunto.
GWT:
http://code.google.com/intl/pt-BR/webtoolkit/
http://www.gwt.com.br/
GWT-EXT:
http://www.gwt-ext.com/
http://www.extjs.com/
SmartClient:
http://www.smartclient.com/smartgwt
http://www.smartclient.com
SmartGWT/GWT-EXT:
http://www.jroller.com/sjivan/
Ps.: Mesmo com essa série de artigos sobre GWT, pretendo ainda continuar a postar minhas inutilidades. Nem repare.
Lançada a versão final do GWT 1.5
Depois quase 5 meses depois do lançamento do primeiro Milestone do GWT 1.5, é lançada a versão final do mesmo. Não cheguei a trabalhar muito com a versão 1.4, pois quando comecei a utlizar esta framework, já comecei na versão 1.5 Milestone 1. Mas a evolução de lá para cá foi bem visível. Suporte a LinkedHashMap, LinkedList, a Java 5(Annotation, Enums, Generics e afins), entre muitas melhorias. O Javascript gerado também ficou melhor e com uma performance melhor. Mais informações podem ser encontradas no blog oficial do projeto.
E para quem ainda não conhece a framework, pode conhecer mais sobre ela e fazer download da mesmaem site oficial.
Novo software para TV Digital em Java garante mais aplicações de interatividade
São Paulo, 05 de março de 2008 – A SBTVD (Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre) anunciou nesta quarta-feira que vai desenvolver em parceria com a Sun Microsystems uma variação do Ginga em código Java para aumentar as aplicações de interatividade nos conversores de TV Digital. A nova solução ficará pronta em três meses e será colocada gratuitamente na Internet para que qualquer fabricante use nos set-top boxes.
De acordo com as empresas, o grande diferencial da solução é que, além dos fabricantes de equipamentos, os rádiodifusores estarão livres de custos na difusão de conteúdo interativo. O acordo permitirá que empresas globais utilizem a tecnologia Java para criar e implementar ferramentas de interface e serviços para TV interativa aos brasileiros que adotarem HDTV e dispositivos móveis para o ISDB-T, padrão brasileiro de TV digital.
Ginga é formado por um conjunto de tecnologias padronizadas e inovações brasileiras. Nas especificações do software de interatividade de código aberto está incluída a tecnologia GEM – desenvolvido por um grupo de empresas européias. Por pertencer às produtoras estrangeiras, os que usarem esse Ginga teriam de pagar royalty.
“O que faremos será desenvolver um código fonte sem a tecnologia GEM para que as fabricantes de equipamentos e radiodifusores fiquem livres dos custos”, explica Luiz Fernando Maluf, diretor de estratégia de governo para as Américas da Sun Microsystems.
O novo módulo que será desenvolvido pela Sun e SBTVD é comum a todos os sistemas mundiais. Isso significa que os conversores de TV Digital com interatividade, que ainda não estão à venda no mercado brasileiro, serão compatíveis com outros sistemas, como o norte-americano, europeu e coreano.
A tecnologia Java é um componente-chave da nova solução de código aberto e ajudará a viabilizar serviços interativos. A especificação será baseada na mesma plataforma Java já utilizada como base para outros padrões de TV digital amplamente utilizados, incluindo OpenCabel/tru2way, Platform Home Multimedia, GEM-IPTV e Blu-ray Disc/BDJ.
Fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=10294
Google vs Linux vs Photoshop: O que isso tem a ver?
O que a Adobe(Photoshop) tem a ver com a Google e o que a Adobe tem a ver com o Linux? Quase todos que trabalham o já trabalharam o Editoração, Design(Web ou não), etc. e usam Linux por opção afirmar uma coisa: “Se tivesse versões do Photoshop e Flash para Linux eu migrava de vez”.
A muito tempo existe o Wine, que foi o maior Alpha da história(usuários Linux alegam ser o Windows, mas isso é outro história). Para quem não conhece, o Wine é uma camada semelhante á um emulador(e o acrônimo já diz que “Wine Is Not Emulator”) que tem como finalidade ser uma implementação da API do Windows em sistemas operacionais Unix. Ou seja, fazer com que programas desenvolvidos para Windows rodem em sistemas Unix sem problemas. Mas o problema está realmente neste “sem problemas”. Quem já tentou configurar o Wine para rodar alguma coisa mais avançada, viu que a tarefa não é fácil e nem trivial. Faz tempo que não utilizo ele, mas me lembro que uma nova versão em alguns casos ficava mais incompatível que uma anterior para um tal software. Descobrir que versão utilizar com tal software era uma dor de cabeça. Me recordo que já utilizei o Flash MX 2004, o Dreamweaver MX 2004, o Counter Strike(versão sem Steam), o Internet Explorer 6(IE6 no Linux é o pesadelo de qualquer xiita) e o Max Payne 1(com alguns problemas). Mas fora disso nada.
Mas voltando ao assunto e explicando como tudo isso se junta. Para quem acompanha notícias da área de tecnologia, já deve ter pelo menos ouvido falar que ‘o Google está patrocinando a equipe do Codeweaver no melhoramento da compatibilidade do Photoshop CS e CS2 no Wine’. Essa Codeweaver desenvolve um produto(pago) para isso, e o Google pelo o que entendi quer que o Wine forneça isso “de gratís e sem custo adicional” para todos.
Mas me pergunto? Qual o interesse do Google em ter o Photoshop funcionando no Linux? Isso devia ser interesse da Adobe não é? Eu digo que Não. Todos os heavy-users de Photoshop já utilizam Windows ou MacOS. Para a Adobe não importa ter o Photoshop rodando em Linux, sendo que o público dela já utiliza outros SO’s. E para ela esse papo de ‘liberdade de escolha de SO’ não vale nada. O que vale é o lucro dela. E com certeza eles não vêem Photoshop em Linux como investimento.
Mas a Google sim. Eles estão cada vez mais investindo mais em Open-Source. Android, GTalk/Jabber, o Google Code e os incentivos a Mozilla Foundation(segundo noticias, dizem que 85% do faturamento da mesma vem do Google) e vários outros projeto provam isso. Eles estão agora apoiando o Wine. O que eles querem?
Eu tenho uma teoria. Todo aquele papo de Goobuntu(que existe como Linux usado internamente na Google) e que ele seria ser lançado a qualquer momento pode se tornar real. Eles tem um S.O para celulares. O que impede eles de fazer o mesmo para desktops? Eles teriam mais um S.O Linux(o kernel do Android é Linux) que rodaria os maiores produtos para Windows. O gOS, que é um Linux com algumas facilidades do Google, já faz algum sucesso, e nem é da Google. Uma oficial do Linux com certeza seria um sucesso. Tudo bem, não acabaria com o Windows e não faria com que algumas pessoas dormissem em paz com o “maléfico Windows” destruido e enterrado. Mas acho que conseguiria um bom lugar no mercado, se for algo bem feito e bem fácil de se utilizar. Ou seja, é esperar para ver o que acontece.